terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Foto 1: Encontro presencial para apresentação dos projetos. Créditos: Reijane Pereira
Foto 2: Encontro presencial da disciplina: Vanusa, Cleonice, Silvia, Maristher, Reijane, Marisa e no centro a professora Amanda
Foto 3. Reijane e Silvia Maria. créditos: Reijane Pereira
Foto 4. Reijane, Silvia Maria e Vanusa. créditos: Reijane Pereira
Foto 2: Encontro presencial da disciplina: Vanusa, Cleonice, Silvia, Maristher, Reijane, Marisa e no centro a professora Amanda
Foto 3. Reijane e Silvia Maria. créditos: Reijane Pereira
Foto 4. Reijane, Silvia Maria e Vanusa. créditos: Reijane Pereira
Missão 16
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Atividade da Missão 16
O projeto Interdisciplinar escolhido para
partilhar refere-se da colega Silvia Maria Gomes, do polo Palmas-TO. O
projeto e apresentação deste chamou muito minha atenção pelo fato de se referir
ao patrimônio cultural pois simpatizo muito com o tema no qual a colega
apresenta com o título do projeto “Arquitetura Colonial da Igreja Nossa
Senhora do Carmo, da cidade de Monte do Carmo”.
O projeto foi desenvolvido com os
alunos do 6º ao 9º ano, da escola Padre Gama de Monte do Carmo. O intuito do
projeto foi mostrar aos estudantes a diversidade da arquitetura colonial e o
patrimônio cultural da Igreja Nossa Senhora do Carmo, objetivando o
resgate cultural da cidade, considerando que a referida
igreja é um polo cultural da região.
Observei que a colega Silvia ao
desenvolver o projeto teve o intuito mostrar aos estudantes a diversidade da
arquitetura colonial e o patrimônio cultural da Igreja Nossa Senhora do Carmo.
A metodologia apresentada pela acadêmica
em relação ao projeto foi o primeiro momento fez a apresentação de vídeos sobre
a arquitetura da cidade do Monte do Carmo, em especial a Igreja Nossa do Carmo.
No segundo momento, os alunos desenvolveram
uma pesquisa sobre a história da Igreja Nossa Senhora do Carmo.
Por último, os
estudantes tiraram fotos e realizaram desenhos da fachada principal e da parte
interna da referida igreja, que após expostos os trabalhos dos alunos, para
apreciação do público presente.
O projeto é muito importante pois busca
resgatar a cultura, o patrimônio cultural daquela cidade tendo em vista que é
um local muito apreciado pelos visitantes e acredito também pelos moradores mas
que precisa realmente de projetos que valorizem e que tenha isso registrado.
Sugiro que o projeto seja expandido aos
moradores da região e que busque apoio da comunidade e dos órgãos competentes
para a ampliação do projeto.
A metodologia apresentada pela acadêmica
em relação ao projeto foi o primeiro momento fez a apresentação de vídeos sobre
a arquitetura da cidade do Monte do Carmo, em especial a Igreja Nossa do Carmo.
No segundo momento, os alunos desenvolveram
uma pesquisa sobre a história da Igreja Nossa Senhora do Carmo.
Por último, os
estudantes tiraram fotos e realizaram desenhos da fachada principal e da parte
interna da referida igreja, que após expostos os trabalhos dos alunos, para
apreciação do público presente.
O projeto é muito importante pois busca
resgatar a cultura, o patrimônio cultural daquela cidade tendo em vista que é
um local muito apreciado pelos visitantes e acredito também pelos moradores mas
que precisa realmente de projetos que valorizem e que tenha isso registrado.
Sugiro que o projeto seja expandido aos
moradores da região e que busque apoio da comunidade e dos órgãos competentes
para a ampliação do projeto.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Missão 14 - Encontro da turma para apresentação dos Projetos Interdisciplinar
Foto 1 : Turma de Artes Visuais Palmas -TO e a professora Amanda. Créditos; Reijane Pereira
foto 2. Apresentação do projeto Interdisciplinar da colega Vanusa. créditos: Reijane Pereira
Foto 3. Apresentação do meu projeto Interdisciplinar. Créditos: Reijane Pereira
Foto 4. Apresentação do projeto Interdisciplinar da colega Maristher. Créditos: Reijane Pereira
Foto 1 : Turma de Artes Visuais Palmas -TO e a professora Amanda. Créditos; Reijane Pereira
foto 2. Apresentação do projeto Interdisciplinar da colega Vanusa. créditos: Reijane Pereira
Foto 3. Apresentação do meu projeto Interdisciplinar. Créditos: Reijane Pereira
Foto 4. Apresentação do projeto Interdisciplinar da colega Maristher. Créditos: Reijane Pereira
Apresentação dos Projetos Interdisciplinares e exposição dos trabalhos da disciplina Projeto Interdisicplinar 2. O Encontro aconteceu no dia 22/11/2014, dás 08h00 às 12h00, no Pólo de Palmas-TO, com a presença da Professora Amanda, das colegas do curso de Artes Visuais juntamente com a presença da nossa tutora presencial, France Carvalho. O encontro foi muito enriquecedor, pois, além de trocas de experiências, pudemos mostrar os projetos que estão sendo desenvolvidos nas escolas e comunidades. Além do mais, a participação na disciplina Projeto Interdisciplinar 2 está nos proporcionando e direcionando como elaborar, montar e executar um projeto. Sobre o encontro achei maravilhoso pelo fato dos belos projetos apresentados pelas colegas e a avaliação e contribuição que todos presentes puderam partilhar, inclusive a participação da professora Amanda.
Atividade da Missão 13
Relato de Experiência de
Execução do PIEA
O projeto
Interdisciplinar UM OLHAR NEGRO foi
desenvolvido no Colégio CEM Felix Camoa de Porto Nacional-TO, com os alunos da
3ª série do Ensino Médio do turno vespertino e matutino. O Projeto teve como
objetivo resgatar a contribuição da cultura negra na região local
através de uma exposição fotográfica.
Senti-me surpresa pelo acolhimento das
turmas em relação ao projeto, pois, mostraram participativos e atuantes no
projeto. O 1º momento apresentamos o Projeto para os professores e para os
alunos da escola escolhida. Em seguida,
trabalhamos a desconstrução sobre
a cultura afro e afro-brasileira; Heranças africanas; Esta
desconstrução aconteceu através de uma discussão em sala de aula a partir da
obra de Pieter Hugo, fotógrafo contemporâneo e também do vídeo sobre o Museu
Afro Brasileiro em que aborda a exposição de obras e vários artistas afro
brasileiros. 3º momento:
Realização da oficina sobre fotografia:
Como trabalhar com a fotografia; 4º momento: Aula- campo =
Ocorreu a pesquisa investigativa através de coleta de entrevista e
fotografias com os moradores da região; 5º Momento: Tivemos a roda de
debates sobre a pesquisa feita e o material colhido através das fotografias e
entrevistas e escolhas para a exposição; Nesta etapa tivemos algumas
dificuldades para a realização do projeto, pois, não tínhamos materiais
disponíveis como máquinas fotográficas ou celulares para a realização da coleta
do material, assim, como transporte e tempo suficiente para a coleta. Assim,
sugerimos aos alunos que a atividade também estendesse para casa e trouxessem
na aula seguinte.
6º Momento: Gravação de vídeo dos grupos que participaram
do Projeto. Oficina de Produção literária sobre a contribuição do negro para a
nossa região, revisão de texto; Na criação do projeto englobamos a produção dos
folders e banners para exposição fotográfica, porém, alguns percalços
contribuíram para não realização desta etapa, como a questão do tempo limitado
para a realização do projeto. Como o projeto foi apresentado para a escola, foi
sugerido que este seja englobado no PP da escola para o ano de 2015 e sendo
assim acreditamos que seja feito de forma que disponibilize tempo e dinheiro
para a realização do mesmo e que com mais adeptos o projeto tenha o foco mais
centralizado.
Momento
final – Aconteceu a exposição
fotográfica: “Um olhar negro” mostra fotográfica sobre a contribuição da
cultura negra na nossa região, desenvolvidos através da pesquisa de campo realizada
pelos alunos sob a orientação dos professores de Arte e Língua Portuguesa.
Com a realização do projeto apesar das
dificuldades que encontramos percebemos uma mudança de atitude dos alunos sobre
a questão da desconstrução do olhar sobre o negro. Vimos a disponibilidade dos
participantes em querer mostrar o que fazem sentir orgulho por ser negro.
Assim, os alunos destacaram a presença do negro no esporte, no trabalho, na
zona rural, no lazer, o dia-a-dia do negro. O olhar negro sobre a criança, o
preconceito, o bullying, do aceitar-se, do estilo próprio (cabelos), negro pode
também ter sonhos. O resultado além disso foi ver também a criação de uma
poesia sobre o negro, criado por uma das participantes do projeto para a
realização do trabalho. Acredito que o
projeto também possa se estender para a comunidade para atingir mais pessoas.
De modo positivo vemos a desconstrução da imagem do negro obtido através do
projeto. A mudança inicia aos poucos, mas logo teremos grandes avanços para a
comunidade em geral e o país.
domingo, 30 de novembro de 2014
Projeto: Um olhar negro
material colhido para o projeto
Quinto Momento do projeto: Roda de debates sobre a pesquisa feita e o material colhido através das
fotografias e entrevistas e escolhas para a exposição.
Um dos trabalhos expostos para roda de debates foi do grupo das alunas: Cristina Tavares, Simone Reis e Jaciele da Paixão, da turma 33.05. A atividade aconteceu no dia 20/112014.
fotografia 1 - Somos todos iguais. créditos: Cristina Tavares, Simone Reis e Jaciele da Paixão
" Elas
são diferentes apenas na cor da pele pois, por dentro todos
são iguais."
fotografia 2 - Felicidade. créditos: Cristina Tavares, Simone Reis e Jaciele da Paixão
"Para
se feliz não precisa tem uma cor branca nem um cabelo bom,
apenas precisa ter um mundo sem
preconceito."
fotografia 3 - Não tenho vergonha de ser negro. créditos: Cristina Tavares, Simone Reis e Jaciele da Paixão
Projeto Um olhar negro
Projeto:
UM
OLHAR NEGRO
Reijane
Pereira S. Stempien
Apresentação
O
presente projeto apresentará sobre a cultura afro brasileira sob o ponto de
vista regional (local) através de uma Exposição fotográfica sobre a presença da
cultura negra na nossa cidade.
Público-Alvo:
O projeto englobará a disciplina de Arte e Língua
Portuguesa
Motivação:
Diante
de uma antiga preocupação dos movimentos negros em integrar os assuntos
africanos e afro-brasileiros ao currículo escolar. O que impulsionou para a
realização deste projeto deve-se ao fato que em 2003, foi promulgada a lei nº
10.369 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), passando-se a
exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluam no
currículo o ensino da história e cultura afro-brasileira; outro ponto foi uma
situação em que encontrei dentro da sala de aula ao expor qual seria o conteúdo
que iriamos trabalhar em Arte (cultura afro-brasileira e seus principais
representantes na arte) e então surgiu alguns questionamentos e indagações
preconceituosas de certos alunos sobre o assunto, como: de uma forma bem irônica
e crítica o aluno questionou “pra quê
estudar isso, acho uma perda de tempo”, “ tem tantas assuntos para estudarmos
em Arte porque estudar esse assunto que não irá nos levar a nada” . Diante
disto percebi o quanto os alunos estão alheios a este assunto além do mais
percebe-se o preconceito enraizado pela sua própria comunidade tendo em vista
que a cidade de Porto Nacional possui uma grande quantidade de negros e
inclusive remanescentes de quilombola. Além do mais, como educadores percebemos
que na maioria dos livros e materiais
didáticos que temos em mãos, as contribuições dos africanos e seus descendentes
brasileiros são geralmente ausentes dos livros didáticos e quando são presentes
são apresentadas de um ponto de vista estereotipado e preconceituoso.
Geralmente, os brasileiros de ascendência africana,
ficam privados da memória de seus ancestrais no sistema do ensino público
oficial, além de acarretar uma baixa auto-estima e a construção de uma
identidade negativa. Causa também conseqüências psicológicas
para a criança afro-brasileira de um processo pedagógico que não reflete a sua
face e de sua família, com sua história e cultura própria, impedindo-a de se
identificar com o processo educativo. Como se refere a professora Mestra Rubia
Margaeth[1]:
“Essa distorção resulta em complexos de inferioridade da criança negra, minando
o desempenho e o desenvolvimento de sua personalidade criativa e capacidade de
reflexão, contribuindo sensivelmente para os altos índices de evasão e
repetência.”
Assim,
senti uma responsabilidade mais ainda por ser educadora e com desejo de
transformar a visão desses alunos através de olhar crítico e capaz de valorizar
a sua própria cultura.
Objetivo
Geral
·
Resgatar a contribuição da cultura negra na
região local através da desconstrução da imagem
Objetivos
específicos
•
Despertar para a africanicidade brasileira em manifestações na
arte, esportes, culinária, língua, religião, como elementos de formação da
cidadania.
• Discutir e conhecer as
personalidades negras que deixaram ou estão deixando sua contribuição nos
diversos setores da sociedade, como expressões culturais, desportivas,
artísticas, políticas, musicais, religiosas etc.
•
Transformar
a visão dos alunos sob um olhar crítico através da arte fotográfica sobre a
história e cultura afro-brasileira na região de Porto Nacional.
Público
alvo:
Estudantes da 3ª série do Ensino Médio, da rede pública estadual, CEM Felix Camoa de Porto Nacional.
O
que este projeto pode representar:
Um dos papéis fundamentais da instituição escolar é
buscar romper com os estereótipos e refletir sobre nossas trajetórias,
identidades e alternativas a fim de edificar uma escola pluricultural e assim,
o presente projeto fará com que o aluno se sinta um protagonista da sua
história e do seu legado.
Metodologia
-
Através de uma oficina com os alunos em referência a lei10.369 da LDB de
2003 resgatar a contribuição da cultura negra no país e na nossa região
- Primeiro: trabalharemos a desconstrução
sobre a cultura afro e afro-brasileira; Heranças africanas; Esta
desconstrução acontecerá através de uma discussão em sala de aula a partir da
obra de Pieter Hugo, fotógrafo contemporâneo.
- Estratégias
para discussão em sala de aula: Pieter Hugo (PH)
|
Abdullahi Mohammed with Mainasara,
Lagos, Nigeria 2007
|
Leitura:
O que você vê nessa
fotografia?
Como você vê?
Quais reações?
O que você sabe sobre esse
trabalho?
Relações:
Você conhece alguma situação
semelhante?
Você crê ser pertinente o
posicionamento do fotografo diante da situação?
Qual é o papel da Arte
diante dessa situação?
Que outros
artistas/trabalhos é possível relacionar com o trabalho do PH?
|
Contexto:
Pieter
Hugo é considerado um talentoso fotógrafo da atualidade, seu trabalho está
fortemente pautado na crítica social e inclui ensaios sobre tuberculosos no
Malawi, do genocídio em Ruanda, escravidão no Sudão, comunidades idosas e
albinos da África do Sul.
Segundo
PH esta série de fotografias, apresentadas na 27ª BASP, surgiu depois que um
amigo lhe enviou uma imagem tirada em um celular através de uma janela de carro
em Lagos, na Nigéria, que mostrava um grupo de homens andando na rua com uma
hiena em cadeias. Poucos dias depois viu a imagem reproduzida em um jornal Sul
Africano com a legenda The Streets of Lagos com informações de que estes homens
eram ladrões de banco, guarda-costas, traficantes, cobradores de dívidas.
PH
conseguiu, através de um amigo, informações que o levou até o grupo onde
descobriu que eles eram um grupo de trovadores itinerantes, membros de uma
família, que usavam os animais para entreter multidões e vender medicamentos
tradicionais e estavam praticando uma tradição passada de geração em geração.
PH
aponta que a série de imagens causa diferentes reações que vão da repulsa a
curiosidade e que muitos se preocupam com o direito dos animais, mas raramente
alguém expressa forte preocupação com o bem-estar do grupo de pessoas. A
questão levantada pelo artista é por que esses artistas precisam para capturar
animais silvestres para ganhar a vida? Ou porque são economicamente
marginalizados? Ou por que a Nigéria, 6º maior exportador de petróleo do mundo,
possui tamanha desigualdade econômica?
A
escolha do artista é pelo fato das imagens apresentadas terem sido apresentadas
dentro do próprio Continente Africano por meio da mídia num viés afro
pessimista e seu processo de desconstrução.
Segundo momento: Oficina sobre fotografia: Como trabalhar com a fotografia
Terceiro momento: Compreender o processo de pesquisa investigativa na nossa região através
de entrevistas, fotografias e relatos escritos sobre a contribuição do negro
para a nossa região;
Quarto momento: Aula- campo = Pesquisa investigativa através de coleta de
entrevista e fotografias com os moradores da região;
Quinto Momento: Roda de debates sobre a pesquisa feita e o material colhido através das
fotografias e entrevistas e escolhas para a exposição;
Sexto Momento: Oficina de Produção literária sobre a
contribuição do negro para a nossa região, revisão de texto; produção dos
folders e banners para exposição fotográfica;
Momento final - Exposição fotográfica: “Um olhar negro” e mostra das produções
literárias em folders e banners sobre a importância da cultura negra na nossa
região, desenvolvidos através da pesquisa de campo realizada pelos alunos sob a
orientação dos professores de Arte e Língua Portuguesa.
Instrumentos, materiais e técnicas a serem utilizados:
- Laboratório de informática para pesquisa e
produção de texto
- Sala de aula para oficinas
- técnica de escrita – produção literária
- técnica de fotografia – da fotografia à
revelação
Materiais:
Data-show
Máquinas fotográficas
Papel cartão preto e branco
Cola
Papel A4
Tinta para impressão
Papel próprio para fotografia
7. Referências de conceitos, artistas, projetos, obras ou fragmentos
LEI N° 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003
LEI Nº 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS - ENSINO
MÉDIO (PCNEM)
ARCHER, Michael. Arte Contemporânea, uma
história concisa. São Paulo, Martins Fontes, 2001.
BITTENCOURT, Circe (org.) O saber histórico na
sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998.
CAUQUELIN, Anne, A Arte Contemporânea, Porto,
Rés Editora, s.d.
DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros
ensaios. 4ª ed. Campinas, S.P.: Papirus, 2000.
HUGO, Piter.
http://www.pieterhugo.com/the-hyena-other-men/acessado em 19 de outubro de
2014.
MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O Negro
no Brasil de Hoje. São Paulo: Editora Global, 2006.
MILO, Yosso.http://www.yossimilo.com/artists/piet_hugo/?show_bio=bioSONTAG,
Susan. “Sobre fotografia”. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
I Colóquio Interestadual "Histórias
e culturas africanas e afro-brasileiras na escola"
http://www.mundojovem.com.br/projetos-pedagogicos/cultura-africana-e-afro-brasileira
/ acessado em 15 de outubro de 2014
http://www.brasil.gov.br/educacao/2014/08/projeto-escolar-reconhece-potencial-da-cultura-afro-brasileira
acessado em 19 de outubro de 2014
I Colóquio Interestadual "Histórias
e culturas africanas e afro-brasileiras na escola" São Paulo, 2011. http://ensinomedio.net/documents/ISBN-978-85-99697-13-9.pdf acessado em 19 de outubro de 2014
http://projetoculturaafro.blogspot.com.br/ acessado em 19 de
outubro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Pieter Hugo - artista africano e a desconstrução da imagem
Lagos,
Nigeria 2007
Pieter
Hugo é considerado um talentoso fotógrafo da atualidade, seu trabalho está
fortemente pautado na crítica social e inclui ensaios sobre tuberculosos no
Malawi, do genocídio em Ruanda, escravidão no Sudão, comunidades idosas e
albinos da África do Sul.
Segundo
PH esta série de fotografias, apresentadas na 27ª BASP, surgiu depois que um
amigo lhe enviou uma imagem tirada em um celular através de uma janela de carro
em Lagos, na Nigéria, que mostrava um grupo de homens andando na rua com uma
hiena em cadeias. Poucos dias depois viu a imagem reproduzida em um jornal Sul
Africano com a legenda The Streets of Lagos com informações de que estes homens
eram ladrões de banco, guarda-costas, traficantes, cobradores de dívidas.
PH
conseguiu, através de um amigo, informações que o levou até o grupo onde
descobriu que eles eram um grupo de trovadores itinerantes, membros de uma
família, que usavam os animais para entreter multidões e vender medicamentos
tradicionais e estavam praticando uma tradição passada de geração em geração.
PH
aponta que a série de imagens causa diferentes reações que vão da repulsa a
curiosidade e que muitos se preocupam com o direito dos animais, mas raramente
alguém expressa forte preocupação com o bem-estar do grupo de pessoas. A
questão levantada pelo artista é por que esses artistas precisam para capturar
animais silvestres para ganhar a vida? Ou porque são economicamente
marginalizados? Ou por que a Nigéria, 6º maior exportador de petróleo do mundo,
possui tamanha desigualdade econômica?
A
escolha do artista é pelo fato das imagens apresentadas terem sido apresentadas
dentro do próprio Continente Africano por meio da mídia num viés afro
pessimista e seu processo de desconstrução.
HUGO, Piter.
http://www.pieterhugo.com/the-hyena-other-men/acessado em 19 de outubro de
2014.
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